sábado, 23 setembro 2017
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Palavra de Deus

  • Edição de 20 de setembro de 2017

    POR: Manuel Venade Martins (pastor) www.igrejaemanuel.org

    Mas confesso-te que, conforme aquele caminho, a que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na Lei e nos Profetas. Tendo esperança em Deus, como estes mesmos também esperam, de que há de haver ressurreição de mortos, tanto dos justos, como dos injustos. E, por isso, procuro sempre ter uma consciência sem ofensa, tanto para com Deus como para com os homens. Atos 24:14-16.

    INTRODUÇÃO

    No livro dos Salmos lê-se assim: Pois tu és a minha esperança, Senhor Deus; tu és a minha confiança desde a minha mocidade. (Salmo 71:5) Aqui está esta mensagem do salmista para nós todos. O salmista não somente tinha esperança como, simultaneamente, possuía toda a confiança no Senhor, desde a sua juventude. É importante que não devemos deixar apagar em nossas vidas a esperança de ver a Jesus, e estar com Ele na sua vinda, porque Ele prometeu em voltar. Nós não somente cremos como de igual modo, temos esperança de estar com Ele, viver com Ele e acompanhar com Ele.
    Por conseguinte não devemos perder a esperança da sua vinda, ainda que nos pareça tardio, mas olhe que não é, devemos sim saber esperar. O salmista desde a sua juventude, que esperava por Ele.
    Que bom se dentro dos nossos corações existe essa esperança, pela volta do Senhor Jesus, que não somente promete voltar, mas muito melhor levar com Ele. Amigo leitor tem esperança em Deus, e em tudo que Ele promete na sua Palavra, por conseguinte tens de a ler e conhecê-la e guardar em teu coração, amém.

    COMENTÁRIO
    TENHA ESPERANÇA EM DEUS

    Estas palavras do apóstolo levaram-me a escrever o presente artigo. A consciência é uma intuição mais ou menos clara que temos do nosso homem interior; e todo o conhecimento imediato, um sentimento de nós próprios e dos pecados que cometemos. A consciência moral distingue o mal do bem e julga os atos humanos, testifica no íntimo do nosso ser, avaliando as nossas obras, pensamentos e sentimentos. Acusa o homem do seu estado natural, e dá o conhecimento de que suas obras não são perfeitas diante de Deus; por isso a consciência o acusa, denuncia e condena. (Romanos 2:15)
    Enquanto o raciocínio envolve um ato de reflexão, a consciência é uma reação a determinado padrão que assumimos, mas ambos podem decidir acerca da certeza ou erro das ações que praticamos. O primeiro livro da Bíblia dá-nos o exemplo dos irmãos de José, os quais sentiram remorsos por o terem vendido como escravo, encontrando-se numa situação em que suas consciências lhes apontavam o erro cometido. (Gen. 42:21) A mesma lição podemos retirar da dramática história de Judas Iscariotes que, condenado pela sua consciência, tentou devolver as trintas moedas de prata com que vendera o Senhor Jesus.
    No mundo existem inúmeras pessoas que vivem martirizadas, oprimidas, atormentadas, arruinadas, mesmo pelo peso da sua consciência. Quantas delas se sentem incapazes de suportar mais as acusações de si próprias, e buscam desesperadamente auxílio para a sua alma; procuram algo ou alguém que os alivie da sua carga, mas na maioria das vezes em lugares errados, mas há alguém que espera por si e existe, que é o Senhor Jesus, o Salvador do mundo, que convida a todos quantos sentem o peso das suas consciências, que diz: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. (Mat 11:28) Jesus Cristo não nos alivia de alguns problemas; o Senhor convida-nos a ir a Ele a fim de nos dar vitória sobre todos os problemas e aflições. De facto, em Jesus temos a solução para o problema mais sério que nos esmaga. O sangue de Jesus, vertido na cruz do Calvário, purifica-nos e limpa a nossa consciência; ao limpar os nossos pecados, também remove o peso da consciência, até então manchada pelas obras mortas do pecado, silenciando assim a consciência, apagando os nossos pecados. (Isaías 43:25)
    Deus perdoa e esquece, com um perdão integral. O desfrutar do perdão divino produz tranquilidade, paz de espírito e alívio de consciência. O arrependimento sincero é a condição indispensável para se alcançar o perdão do Criador. (Atos 2:38) O arrependimento deve levar o penitente à confissão, ainda que nem sempre a disposição de confessar seja resultante do verdadeiro arrependimento. Muitas vezes admitimos os erros, mas não nos submetemos a uma mudança radical de vida, ou seja, não se abandona o pecado, que poderá ser um perigo em suas vidas. Confessar, ao Senhor Jesus tudo quanto nossa alma nos acusa, com sinceridade e verdadeiro arrependimento, é o passo decisivo para o perdão. (1ª João 1: 7-9)
    A confissão transmite paz, quando o pecado confessado é perdoado. Onde há perdão existe paz. A contínua vida de arrependimento, dá lugar à bonança gerado pelo perdão divino, e desaparece o peso da consciência, alcança misericórdia. (Prov. 28:13)

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